NAS ELEIÇÕES
Não há machado que corte A raiz ao instrumento Não há morte para o vento Da má sorte
pois há sempre dois ladrões que lhe servem de suporte
quem mantem as fundações grandes olhos tem a rima que lhes permite por cima vender, por fruta, limões
e assim dessa maneira vão vivendo os aldrabões
os feirantes estão na feira esperam boa freguesia mas não esta demasia que agora deles se abeira.
De banha são vendedores Num se cansam de canseira
oferecem aos sonhadores Vidrilhos e outras rendas E querem com esses prendas Fingir de virgens das dores
pairam em bando, infinito Há neles todas as cores
Das minhas dores o meu grito Do meu grito uma bandeira Contra esta bandalheira Fazer um grande manguito
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