E eu leio diariamente ou quase o PÚBLICO.
E por isso vou encontrando situações quase a roçar o hilariante.
E porque, reconheço, o PUBLICO como espaço aberto a todos os contributos, neste esbarrei hoje com um texto da autoria do Senhor António Lamas de Montijo que, assumindo-se Passista, concordando (???) com o artigo de João Miguel Tavares ( ver ) discordava absolutamente da leitura enviesada que Manuel Carvalho faz das posições de Pedro Passos Coelho. Rematando que
" Manuel Carvalho deve reconhecer que se ele (Passos Coelho) tivesse continuado a governar o país, jamais teríamos um Chega."
(É interessante que atirando a responsabilidade do aparecimento do Chega para os outros, acaba por destapar o seu contentamento por o Chega existir)
No entanto e prosseguindo a leitura do PUBLICO de hoje deparo com umas letras gordas e lúcidas de Pacheco Pereira
"Muitas das ideias que hoje estão encarnadas pelo Chega e na Iniciativa liberal foram aplicadas pela governação do Passos."
O que me leva a corrigir a má imagem que enviesadamente fiquei do Senhor António Lamas de Montijo.
Efectivamente se hoje tivéssemos o Passos Coelho, o CHEGA num seria, cá fora, necessário para coisíssima alguma! Estaria lá dentro!
lopesdareosa.
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